Se você quer saber se a ZapSign é segura, a resposta é sim: a plataforma reúne controles verificáveis de segurança para assinatura eletrônica, como certificação ISO 27001, autenticação em dois fatores, gestão de usuários e permissões, registros de auditoria e armazenamento em AWS. Isso não significa risco zero, mas mostra uma estrutura concreta para proteger contas, documentos e processos.
A ZapSign é uma plataforma de assinaturas eletrônicas que combina esses controles com diferentes métodos de autenticação e evidências de assinatura. Em 2026, há ainda uma mudança relevante em relação à versão original deste artigo: a empresa também atua como Autoridade Certificadora credenciada na ICP-Brasil.
Segurança, porém, não deve ser analisada apenas pela presença de um selo ou recurso isolado. O nível adequado depende da configuração da conta, das permissões concedidas, do método de autenticação escolhido para cada documento e das boas práticas adotadas pelos próprios usuários.
Resumo
- A ZapSign possui certificação ISO 27001 para gestão da segurança da informação.
- A conta pode ser protegida com autenticação em dois fatores (2FA).
- A plataforma oferece gestão de usuários, permissões, histórico e evidências de assinatura.
- A ZapSign passou a atuar também como Autoridade Certificadora credenciada na ICP-Brasil.
- A validade jurídica não depende apenas da marca da plataforma, mas do método de assinatura, das evidências e das exigências aplicáveis ao documento.
Fatos rápidos
- ISO 27001: a própria página oficial de funcionalidades da ZapSign informa que a empresa possui certificação ISO 27001 e armazenamento seguro em AWS.
- 2FA: a Central de Ajuda da ZapSign informa que a autenticação em dois fatores adiciona um código enviado por SMS ao processo de login, além do e-mail e da senha.
- ICP-Brasil: a página oficial de Autoridade Certificadora informa que a ZapSign passou a atuar na cadeia da ICP-Brasil para emissão de certificados digitais e validação de identidades.
Como funciona a autenticação e segurança da ZapSign na assinatura eletrônica?
O fluxo começa com a preparação do documento e termina com a preservação de registros que ajudam a reconstruir o processo de assinatura. A segurança pode ser reforçada de acordo com o risco da operação, em vez de depender de um único mecanismo.
Quando fundamos a ZapSign, tínhamos dois princípios bem claros: a assinatura eletrônica precisava ser juridicamente válida e simples de usar. Continuo vendo segurança por esse ângulo. Acrescentar uma camada de proteção só faz sentido quando ela aumenta confiança e governança sem transformar a experiência do usuário em burocracia.
1. Criação de conta e login
O primeiro passo é criar uma conta na ZapSign. Depois, o usuário acessa a plataforma com suas credenciais.
Para contas em que esse controle é habilitado, a autenticação em dois fatores acrescenta um código enviado por SMS ao login. Isso reduz o risco de acesso indevido quando uma senha é descoberta, embora 2FA também não torne uma conta invulnerável.
2. Envio do documento
Com a conta acessada, o usuário envia o documento que será assinado. Antes do upload, é importante confirmar se o arquivo é a versão correta e definitiva.
3. Configuração dos signatários
Em seguida, são definidos os participantes do processo. Dependendo do documento, podem ser configuradas ordem de assinatura e autenticações adicionais para aumentar as evidências sobre quem realizou cada ação.
4. Personalização do processo de assinatura
Também é possível configurar campos, vistos e outras informações conforme o fluxo. O ponto principal é não confundir o elemento visual da assinatura com a segurança técnica: autenticações, integridade do arquivo e registros de auditoria são igualmente relevantes.
5. Envio para assinatura
O documento é disponibilizado aos signatários por meio do fluxo configurado. Dependendo dos recursos utilizados, o acesso pode ocorrer por e-mail, link, WhatsApp ou outros canais compatíveis.
6. Assinatura eletrônica
O signatário abre o documento, confere o conteúdo, fornece os dados solicitados e conclui a assinatura. O responsável pelo fluxo pode combinar mecanismos de autenticação de acordo com o nível de risco e de evidência necessário.
7. Armazenamento e controle de acesso
Após a conclusão, os documentos permanecem disponíveis na infraestrutura de armazenamento da plataforma. A ZapSign informa utilizar armazenamento em AWS, enquanto recursos de gestão de usuários e permissões ajudam a controlar quem pode realizar determinadas ações.
8. Notificações, histórico e auditoria
O processo também registra eventos relacionados aos documentos e às assinaturas. Esses dados ajudam a criar rastreabilidade e podem ser relevantes em auditorias, investigações internas ou questionamentos posteriores.
Em outras palavras, a segurança da assinatura não depende de uma única tela ou autenticação. Ela é construída pelo conjunto formado por conta, permissões, método de identificação, documento, registros e controles de infraestrutura.
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Vantagens da ZapSign: agilidade, validade jurídica e economia de recursos
Segurança é central, mas uma plataforma de assinatura também precisa funcionar na rotina. O valor aparece quando controles e evidências conseguem conviver com uma experiência simples para equipes e signatários.
Agilidade no processo de assinatura
Enviar e coletar assinaturas eletronicamente pode eliminar etapas de impressão, transporte e devolução física de papéis. Isso tende a reduzir o tempo operacional, embora o prazo real continue dependendo de revisões, aprovações e disponibilidade dos signatários.
Facilidade de uso
Uma experiência simples reduz a quantidade de etapas necessárias para quem envia e para quem assina. Em segurança, isso também importa: processos excessivamente complexos podem levar usuários a buscar atalhos ou abandonar controles importantes.
Flexibilidade da plataforma
A ZapSign trabalha com diferentes formatos de documentos, autenticações e configurações de fluxo. Isso permite adequar o processo ao contexto da transação, em vez de aplicar o mesmo nível de verificação a qualquer documento.
Segurança e proteção de dados
A certificação ISO 27001 é uma das evidências mais objetivas nesse ponto. A norma estabelece requisitos para um Sistema de Gestão de Segurança da Informação e envolve processos de avaliação, gestão de riscos e melhoria contínua.
Quando conquistamos essa certificação, eu a enxerguei como algo maior do que um selo comercial. Confidencialidade, integridade e disponibilidade das informações precisam fazer parte do funcionamento diário da empresa. Segurança não é um projeto que termina no dia da auditoria; é um processo que precisa continuar evoluindo.
Além da certificação, o armazenamento dos documentos e a manutenção dos registros do processo ajudam a oferecer rastreabilidade, aspecto importante para a validade jurídica das assinaturas eletrônicas quando analisada em conjunto com as demais evidências.
Notificações automáticas
Lembretes e notificações ajudam a acompanhar pendências e reduzir a necessidade de cobranças manuais. Eles não são um mecanismo de segurança por si só, mas contribuem para a governança do processo e para a identificação de etapas ainda não concluídas.
Economia de recursos
Substituir parte do processo físico pode reduzir impressão, transporte e arquivamento. O benefício efetivo varia conforme o volume e a estrutura da empresa, mas trabalhar com menos papel também reduz a dependência de arquivos físicos.
Conformidade legal
A validade jurídica não deve ser descrita como algo automaticamente “garantido” pela plataforma em qualquer situação. A legislação brasileira admite diferentes tipos de assinatura eletrônica, e o método adequado depende do ato, da identificação das partes, da integridade do documento e de eventuais formalidades específicas.
A entrada da ZapSign na estrutura da ICP-Brasil como Autoridade Certificadora acrescenta uma camada adicional para operações que utilizam certificados digitais e identidade dentro dessa cadeia de confiança.
Experiência do usuário
Segurança e experiência precisam caminhar juntas. Mais recentemente, trabalhamos com Open Gateway para usar informações da própria infraestrutura da rede de telefonia na validação do signatário e no combate à fraude de identidade. O que considero mais interessante nesse tipo de inovação é conseguir reforçar segurança e governança sem criar uma nova etapa de fricção para o usuário.
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ZapSign é segura? Criptografia, 2FA, ISO 27001 e ICP-Brasil
Sim, existem evidências objetivas para considerar a ZapSign uma plataforma com controles relevantes de segurança. Entre elas estão ISO 27001, 2FA, gestão de acessos, registros de auditoria, armazenamento AWS e a atuação atual como Autoridade Certificadora credenciada na ICP-Brasil.
Isso não quer dizer que qualquer documento ou conta esteja automaticamente protegido contra toda fraude possível. Segurança depende também da configuração escolhida e do comportamento dos usuários: compartilhar senhas, manter acessos de ex-colaboradores ou utilizar autenticação insuficiente para uma operação de alto risco enfraquece qualquer plataforma.
Esse cuidado faz parte da era digital dos documentos: além de substituir o papel, é necessário pensar em identidade, acesso, evidências e capacidade de auditoria.
Criptografia e integridade dos documentos
A criptografia faz parte dos controles usados para proteger informações digitais. Em um ambiente de assinatura, ela contribui para confidencialidade e integridade, mas deve ser entendida como uma camada dentro de uma arquitetura mais ampla de segurança.
Por isso, em vez de afirmar que a criptografia “impede” qualquer acesso ou alteração maliciosa, é mais preciso dizer que ela reduz riscos e protege dados quando combinada a controles de acesso, autenticação, monitoramento e gestão adequada de chaves e infraestrutura.
Autenticação em duas etapas (2FA)
A ZapSign permite habilitar autenticação em dois fatores para a conta. Na documentação atual, além de e-mail e senha, o login passa a exigir um código enviado por SMS.
Esse recurso dificulta acessos indevidos quando apenas a senha é comprometida. Ainda assim, usuários devem continuar adotando senhas exclusivas, evitando compartilhamento de credenciais e revisando permissões periodicamente.
Certificação ISO 27001
A ZapSign possui certificação ISO 27001 em segurança da informação. Esse é um sinal mais útil do que afirmações genéricas como “tecnologia de ponta”, pois indica que processos de gestão da segurança são submetidos aos requisitos de um padrão internacional.
A versão anterior deste artigo também citava SOC 2 Type II. Como a documentação pública oficial que consegui validar diretamente nesta atualização destaca de forma clara a ISO 27001, mantemos aqui apenas a certificação que pode ser confirmada com segurança nas páginas atuais da própria ZapSign.
Autoridade Certificadora e ICP-Brasil
A mudança mais relevante desde a publicação original é que a ZapSign passou a atuar também como Autoridade Certificadora credenciada na ICP-Brasil. A Medida Provisória nº 2.200-2/2001 instituiu essa infraestrutura nacional de confiança, cuja cadeia é supervisionada pelo ITI.
A ICP-Brasil é utilizada para emissão de certificados digitais e assinaturas qualificadas. Isso não significa que toda assinatura realizada na ZapSign precise utilizar certificado ICP-Brasil: a própria legislação brasileira admite outros meios de comprovação de autoria e integridade em determinadas situações.
Transparência, evidências e rastreabilidade
Os registros vinculados a cada processo ajudam a identificar acontecimentos como envio, acesso e assinatura. Dependendo da configuração adotada, outros métodos de autenticação podem acrescentar evidências adicionais sobre o signatário.
Essas informações não devem ser tratadas como uma prova absolutamente incontestável em qualquer cenário. Seu valor depende da qualidade dos registros, da integridade do arquivo, do contexto contratual e da análise do conjunto de evidências.
| Evidência de segurança | Como funciona | O que ajuda a proteger |
|---|---|---|
| ISO 27001 | Sistema de gestão de segurança da informação auditado segundo padrão internacional | Governança de confidencialidade, integridade e disponibilidade |
| 2FA | Adiciona código por SMS ao login da conta | Reduz risco de acesso apenas com senha comprometida |
| Gestão de usuários e permissões | Limita ações conforme os acessos concedidos | Reduz exposição indevida dentro da organização |
| Registros de auditoria | Preservam eventos associados aos documentos e assinaturas | Rastreabilidade e investigação do processo |
| Autoridade Certificadora ICP-Brasil | Integra a cadeia oficial brasileira de certificação digital | Identidade digital e assinaturas qualificadas |
| Armazenamento AWS | Infraestrutura em nuvem utilizada para documentos | Disponibilidade e controles de armazenamento |
Armazenamento seguro e rastreabilidade dos documentos na ZapSign
A segurança não termina quando o documento recebe a última assinatura. É necessário proteger também a fase posterior: armazenamento, acesso, retenção e consulta das evidências.
Infraestrutura para armazenamento dos documentos
A documentação atual da ZapSign informa armazenamento seguro em AWS. A disponibilidade de arquivos e as condições de retenção variam conforme os recursos e planos vigentes, portanto é melhor evitar a promessa absoluta de que qualquer documento estará disponível “a qualquer momento” indefinidamente.
Além disso, backups e controles de infraestrutura fazem parte de uma estratégia de continuidade, mas nenhuma arquitetura deve ser descrita como totalmente imune a indisponibilidades ou incidentes.
Acessos e permissões
A gestão de acessos permite definir quem pode visualizar ou executar determinadas ações dentro da plataforma. Para empresas, a revisão periódica dessas permissões é tão importante quanto a configuração inicial.
Boas práticas incluem remover usuários que deixaram a organização, evitar contas compartilhadas, aplicar o princípio do menor privilégio e habilitar 2FA para reduzir riscos relacionados a credenciais.
Registro de atividades
O histórico de atividades ajuda a acompanhar o que ocorreu em um fluxo de assinatura. Esses registros podem fornecer contexto para auditorias, controles internos ou disputas relacionadas ao documento.
A rastreabilidade também precisa ser interpretada em conjunto com o restante das evidências, e não como uma garantia isolada de que fraude ou erro são impossíveis.
A decisão sobre uma plataforma de assinatura deve considerar controles verificáveis, configuração adequada e exigências do seu processo. Na era dos documentos eletrônicos, segurança não é ausência absoluta de risco, mas capacidade de prevenir, limitar, registrar e responder a problemas.
Se quiser avaliar como esses recursos se aplicam à sua operação, clique aqui para falar com um dos consultores da ZapSign.
Perguntas frequentes (FAQ)
Há evidências objetivas de segurança e governança: certificação ISO 27001, 2FA, gestão de usuários e permissões, registros de auditoria, armazenamento AWS e atuação como Autoridade Certificadora na ICP-Brasil. Ainda assim, segurança também depende da configuração e das práticas adotadas pelo usuário.
Podem ter. A validade depende do método de assinatura, identificação das partes, integridade do documento, evidências produzidas e formalidades exigidas para o ato. A legislação brasileira admite assinaturas simples, avançadas e qualificadas, conforme o contexto aplicável.
Sim. A documentação atual da ZapSign permite ativar 2FA para a conta. Depois de habilitado, além do e-mail e senha, o login exige um código de validação enviado por SMS ao telefone cadastrado.
Sim. A ZapSign informa possuir certificação ISO 27001, padrão internacional voltado à gestão da segurança da informação. A certificação envolve controles e processos relacionados a confidencialidade, integridade, disponibilidade e gestão contínua de riscos de informação.
A ZapSign possui diferentes planos e uma modalidade Individual gratuita. Valores, limites de documentos, usuários e recursos mudam conforme o plano contratado, portanto a página oficial de Planos e Preços deve ser consultada antes da contratação.

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